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Processo contra o proprietário dos restos arqueológicos do suposto “Masoléu da família de Jesus”



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Há 4 anos está sendo conduzido, pela justiça de Israel, um processo que acusa Oded Golan, o proprietário dos restos arqueológicos do “Ossuário de Tiago”, famoso porque seria, segundo alguns títulos sensasionalistas, os restos do masoléu da “família de Jesus”. Ele é acusado de falsificação. Golan é acusado de simular uma inscrição no ossuário, a fim de aumentar o seu valor

A novidade desses dias é que Golan está confiante de que novas pesquisas científicas desenvolvidas pela defesa irá provar que a fina camada de material biológico, que a acusa diz ter sido colocada por ele, não pode ser reproduzida artificialmente. Isso confirmaria que a inscrição não poderia ter sido feita no último século, pela sua equipe.

A Corte Distrital de Jerusalém acusou Golan e seus comparsas Robert Deutsch, Schlomo Cohen e Faiz al-Amaleh de 18 infrações, entre elas fraude, receptação de bens fraudulentos e danificação de antigüidades. Golan já estava na mira da polícia desde julho de 2003, quando foi preso pela primeira vez – na época, os policiais acharam o ossuário em cima da privada do empresário.
O truque da gangue era comprar no mercado negro de artefatos realmente antigos e adicionar inscrições que os associassem a personagens da Bíblia, como reis de Israel ou apóstolos. As primeiras pistas de que era tudo cascata vieram das próprias inscrições. Elas eram feitas com letras de aparência estranha para o período a que se referiam.

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