Uma janela sobre o mundo bíblico

É necessário ser pobre, para ser santo? Não será lícito querer ter uma vida mais desafogada, economicamente?



  • Pergunta de Rui, Lisboa - Portugal
  • 647
  • 28/09/2018
Odalberto Domingos Casonatto

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Aqui está o comentário do Rui:

Jesus disse para o jovem rico que cumpria a Lei que a única coisa que lhe faltava para herdar o reino dos Céus era vender tudo o que tinha e dar o dinheiro aos pobres... E vendo a sua reação hesitante, Jesus disse aos seus discípulos que era quase impossível um rico entrar no reino dos Ceús. Assim, gostaria de colocar essas duas perguntas.

 

Olá Rui de Lisboa - Portugal.!

Aqui em Mateus 19,16-26, encontramos dois assuntos muito importantes. A primeira parte é o episódio de Jesus com o Jovem rico diante da riqueza. Em seguida Jesus se dirige aos discípulos é sendo enfático, Jesus, argumenta do perigo das riquezas.

Entendemos estas duas passagens como um desafio que Jesus lança para o jovem rico. Ele está diante de uma decisão crucial em sua vida. Continuar fazendo o mesmo na busca da riqueza sob qualquer forma e modo, independente se praticasse a injustiça ou seguindo o caminho apresentado por Jesus. Desapegando-se das riquezas e buscando a justiça na construção do reino.

Se entende que Jesus não quer que vivamos na miséria, mas exige para aqueles que quiserem segui-lo, um coração voltado para Deus, no caminho da justiça divina.

Jesus quer dizer em outras palavras ao jovem rico e aos discípulos que rico é aquele que faz das riquezas deste mundo seu ídolo absoluto e a este ídolo prestam culto. Nesta situação ele não tem Deus e nem quer em sua vida, cometendo injustiças para com os pobres, independente das consequências nefastas para eles.

Concluindo: Quem serve a riqueza, o Senhor chamado de “mamona” não serve a Deus e não entra no Reino de Deus.

Jesus não está aqui condenando ter alguma coisa que adquirimos ou negando com algo de bom usufruir dos bens que conseguimos com o trabalho, mas Jesus alerta o fato  de transformar a riqueza adquirida como referencial último, negando a Deus.

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