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Quem morava em Qumran?



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O descoberta de um banheiro junto a Qumran parece trazer novos argumentos favoráveis à presença dos essênios naquela localidade. Alguns pesquisadores dizem que o fato de ter encontrado um banheiro ali confirma a tese, debatida, de que a seita judaica morava às margens do Mar Morto.

O local é famoso por que ali foram encontrados os escritos do Mar Morto, que com escritos do Antigo Testamento e outros textos da época de Cristo ajudam muito na compreensão do judaísmo daquele tempo.
Desde as primeiras escavações da década de 50 a opinião predominante dizia que ali existia um mosteiro dos monges essênios, conservadores no modo de observar as leis de pureza ritual e celibato. Invés ulteriormente outros pesquisadores afirmaram que em Qumran, na verdade, viviam agricultores, produtores de cerâmica ou soldados, os quais não tinham nenhuma ligação com o seita dos essênios. Os rótulos encontrados ali teriam sido escritos em Jerusalém e escondidos naquelas grutas quando os judeus escapavam do exército romano em 70 depois de Cristo.

O fato de ter encontrado um banheiro, na verdade restos de feses, è importante porque o histórico judeu José Flávio afirma que os essênios, para realizar suas necessidades fisiológicas, tinham que sair do povoado, cavar um buraco e então fechá-lo. Baseando-se nesse relato, os pesquisadores Joe Zias e James Tabor analisaram o banheiro encontrado. Concluíram que o fato de ter encontrado um banheiro longe do povoado è uma prova de que ali moravam os essênios. Os restos estão sobre a colina a cerca de 9 minutos de caminhada dos restos do mosteiro.

Uma bióloga encontrou substâncias que confirmam que as feses era de pessoa humana. Poderia ser também de beduínos, mas eles não costumam fazer buracos para enterrar as feses.

Porém, para complicar essas evidências, também dentro do mosteiro foi encontrado um banheiro. Nesse caso alguns afirmam que servia apenas em caso de emergência.

Norman Golb, professor de História em Chicago e crítico da presença dos Essênios em Qumram, definiu as considerações dos pesquisadores Joe e James como uma “afirmação escandalosa”. Ele diz que essa descoberta não confirma absolutamente a presença dos essêncios naquele lugar.

L’esperto dei Rotoli del Mar Morto Stephen Pfann, dell’University of the Holy Land di Gerusalemme, è del parere che, sebbene la scoperta dei parassiti non sia del tutto chiara, può essere ad ogni modo indicativa.

Portanto a discussão permanece aberta.

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