Uma janela sobre o mundo bíblico

Livro “Evangelho Segundo Judas”



  • ANSA
  • 1850
  • 26/03/2007
Luiz da Rosa

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Foi apresentado no dia 20 de março o livro “O Evangelo Segundo Juda”, que se pensa vai desperdar interesse entre os expertos, o público apaixonado por literatura religiosa e o público em geral. A obra é um romance, do autro britânico Jeffrey Archer. Foi escrito em colaboração com Francis Moloney, biblista da Austrália. O biblista define o livro “não somente um romance”.

O biblista explicou que a pedido do escritor Jeffrey Archer ele redigiu um evangelho essencial, utilizando os textos sinóticos e enriquecendo-o com os escritos de João. O romancista, em seguida, desenvolveu a história, fazendo-a afascinate e dinâmica.
O resultado é uma história-romance que se insere na lista das biografias de Jesus. O livro será publicado em muitas línguas. Em Portugal será publicado pela editora Europa América e no Brasil será publicado pela editora Bertrand .

O livro é rico de citações bíblicas e o título se deve ao fato que o livro é assinado por um fictício filho de Judas, Benjamim Iscariotes. O ambiente histórico é aquele das primeira comunidades cristãs.

Provavelmente vale a pena ser lido, mas precisa sempre lembrar que é um romance, mesmo se usa muitas citações bíblicas.

Interessante foi o fato do Pontifício Insituto Bíblico de Roma ter participado do lançamento. A propósito foi explicaco que a participação na apresentação "não significa que o Instituto Bíblico, ou o Vaticano, ou o Papa apóiem esse livro de alguma maneira", comentou o religioso Stephen Pisano, reitor da faculdade da Sagrada Escritura do PIB. "Desejamos simplesmente oferecer um espaço de discussão acadêmica sobre um dos aspectos dos estudos do Novo Testamento e contamos com a participação Moloney nessas discussões". O Jesuída ainda afirmou que tem consciência de que o nome do Instituto pode ser usado comercialização do livro. "Mas, acredito que isso seja inevitável, apesar da parte comercial realmente não nos interessar. Nossa maior preocupação é a própria Bíblia, e se a discussão nos incentiva a lê-la com mais atenção e em atitude de oração, a apresentação desse livro pode ser justificada".

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